Hotel Rodoviária

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surpreendamental deleite ler hotel rodoviária. pequenas histórias. poemas em prosa. o tempo todo cinema. um humor ágil, fluido. ladislau é sagaz. faz seu herói, jim da silva, percorrer situações diversas, travestido em personagens absurdos – locutor de strip tease, juiz de boxe, padre guapo – na primeira parte do filme. para, em seguida, partir para um vertiginoso road movie, wim wenders, tarantino, o bom, o mau e o feio. grande pequeno livro. humor solto, compacto. cortes rápidos. elipses. gostei por demais. dá-lhe, danislau, compositor, cantor dos “porcas borboletas”. performer de fôlego. cuidadoso, detalhista, atento ao que há além do que já foi. agora danislau solta suas imagens foragidas de algum faroeste, de um bang bang numa estrada entre uberlândia e o mundo. ponte que ele atravessa de olhos vendados desde que o sol nasceu. danislau, meu chapa, meu admirável multiartista, fico feliz de ser da sua companhia. Chacal

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